O jogador júnior Cherif Millogo, pivô de 2,23 metros com uma envergadura impressionante de 2,36 metros, está redefinindo o basquete colegial nos Estados Unidos. Suas performances dominantes em St. Francis não apenas transformaram o time, mas também geraram um frenesi sem precedentes, com ingressos esgotados em minutos e fãs ávidos por acompanhar o talento que promete ser uma das maiores revelações da Classe de 2027. Este artigo explora a ascensão meteórica de Millogo, sua versatilidade em quadra e o impacto que ele já causa no cenário esportivo.
A Ascensão Meteórica de um Gigante em Quadra
As quadras de basquete do ensino médio raramente se assemelham a grandes arenas, mas em St. Francis, a presença de Cherif Millogo mudou essa realidade. Com apenas 16 anos, o pivô júnior atrai multidões, esgotando ingressos em questão de minutos. O técnico Todd Wolfson relata um jogo em que 500 ingressos foram vendidos em apenas 31 minutos, evidenciando o fenômeno que Millogo se tornou.
Sua estatura de 2,23m, combinada com uma notável envergadura de 2,36m, é apenas o começo. Millogo domina a temporada com médias espetaculares: 27,2 pontos, 13,7 rebotes, 5,6 tocos e 3,6 assistências por jogo. Esses números seriam impressionantes em qualquer nível, e no basquete colegial, são simplesmente extraordinários.
Versatilidade Rara: Além da Altura
O que realmente diferencia Millogo não é apenas sua altura. Embora o basquete colegial veja muitos talentos altos anualmente, a capacidade de Millogo de se movimentar e atuar em diversas áreas da quadra é rara. Ele não só protege o garrafão como um especialista, mas também busca rebotes fora de sua área, arremessa de três pontos com precisão e até mesmo conduz a bola pela quadra.
Essa versatilidade foi demonstrada em recentes performances que flertaram com quádruplos-duplos. Jogos com mais de 30 pontos, 20 rebotes e 8 tocos, além de encontrar companheiros de equipe livres de marcação dupla, ilustram seu impacto abrangente. Para um jogador de 2,23m, essa gama de habilidades é excepcional e o posiciona como um talento único.
Superando Obstáculos e Aprendizado Acelerado
A ascensão de Millogo é ainda mais notável considerando seu histórico. Ele só começou a jogar basquete no sétimo ano, após se dedicar ao futebol na infância. Além disso, perdeu sua temporada de segundo ano devido a uma ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA).
No entanto, em vez de atrasá-lo, esse revés parece ter acelerado sua curva de aprendizado. O técnico Wolfson destaca a ética de trabalho e a curiosidade de Millogo. Ele aprendeu a arremessar estudando vídeos de Kevin Durant, copiando mecânicas e movimentos. Essa atenção aos detalhes reflete-se em sua eficiência: 68% de aproveitamento nos arremessos de quadra, quase 40% de três pontos e mais de 75% na linha de lance livre.
Impacto no Programa e Expectativas Futuras
O impacto de Millogo em St. Francis foi imediato e transformador. Após uma temporada anterior de 16 vitórias e 13 derrotas, os Golden Knights agora ostentam um recorde de 20 vitórias e 5 derrotas, chamando a atenção nacional. A presença de Millogo mudou a identidade do programa, convertendo jogos rotineiros da liga em eventos de grande porte.
Apesar de não estar entre os melhores ranqueados no início do ano, Millogo está rapidamente forçando os avaliadores a redefinir sua posição na Classe de 2027. Se as multidões, a produção em quadra e a notável compostura são indicativos, este é apenas o começo da jornada de um talento que promete brilhar intensamente no cenário do basquete.
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